"De que calada maneira
Você chega assim sorrindo
Como se fosse a primavera
E eu morrendo
E de que modo sutil
Me derramou na camisa
Todas as flores de Abril
Ele disse que eu era
Riso sempre nunca pranto
Como se fosse a primavera
Não sou tanto
No entanto que espiritual
Você me dar uma rosa
Do seu rosal principal"
Chico Buarque
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Até nas linhas mais humildes o Chico do Brasil
detona versos bombásticos!
segunda-feira, 27 de agosto de 2012
terça-feira, 14 de agosto de 2012
quarta-feira, 18 de julho de 2012
Eddie Vedder
Coisa mais linda essa música.
Esse cara é o maior nome da música americana na minha opinião.
Salve Eddie Vedder, salve Pearl Jam.
segunda-feira, 16 de julho de 2012
O valor da natureza
Querem mudar a moeda de valor da natureza,
Para que assim ela possa ter valor para o homem.
Acho que essa utopia é insensata ao passo
Que nega o verdadeiro valor natural do ser, a vida!
Para que assim ela possa ter valor para o homem.
Acho que essa utopia é insensata ao passo
Que nega o verdadeiro valor natural do ser, a vida!
sexta-feira, 6 de julho de 2012
O que é bonito (Lenine)
Musica dona de um lirismo sentimental impressionante.
Lindo ouvir o Lenine, lindo sentir as palavras dele fazendo sentido.
Grande, esse é um grande nome da música brasileira!
quinta-feira, 5 de julho de 2012
Ateu ou não, o que te sobra
Cada caco do peito do pobre ateu,
Se desmembra em cada sentimento,
Cada instante solitário
Em que se espera por Deus.
Sempre em vão! Pois sabido é
Que ninguém ouve, houve,
Por ninguém se roga.
E mesmo sendo em vão,
Veja só o que lhe sobra, a podridão.
A desilusão é tudo o que se desdobra.
Vaga certeza, vaga consciência,
Vaga sina herdada da cobra.
Se desmembra em cada sentimento,
Cada instante solitário
Em que se espera por Deus.
Sempre em vão! Pois sabido é
Que ninguém ouve, houve,
Por ninguém se roga.
E mesmo sendo em vão,
Veja só o que lhe sobra, a podridão.
A desilusão é tudo o que se desdobra.
Vaga certeza, vaga consciência,
Vaga sina herdada da cobra.
A cor da flor
Mais um ano que eu vejo o pé de ipê florindo
Frente a mesma rua, o mesmo canto, a mesma cor
Desvendando tudo que o ar vem traduzindo
Sempre a mesma dor, o mesmo pranto, a mesma flor
Frente a mesma rua, o mesmo canto, a mesma cor
Desvendando tudo que o ar vem traduzindo
Sempre a mesma dor, o mesmo pranto, a mesma flor
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