Sinto que começo aos poucos sentir meus passos mais firmes.
Minha voz mais fixa num ponto só. E a alma mais leve.
Aos poucos vejo o quanto valeu a pena pensar um pouco mais.
Se me perguntarem sobre sobriedade responderei sempre, poxa vida.
Mas se quiserem a receita: olhem pra trás e depois pra dentro!
Diogo Gomes 28/02/2011
segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011
segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011
Vida vã
Que homem sou eu que não me encontro quando quero?
Que não me entendo se preciso?
Que não me rendo, mas me omito?
Que homem sou eu que digo o que não sinto?
Que me envergonho com o que realmente me toca?
Que justifico o erro que não cessa?
Sou o mesmo homem de manhã que de noite?
Sou o mesmo em frente a bela e a feia?
Sou o mesmo em frente ao riso e ao choro?
Quem sabe o que sou? Não me arrisco a dizer uma só palavra.
Não me defino, por isso vivo torto.
Que não me entendo se preciso?
Que não me rendo, mas me omito?
Que homem sou eu que digo o que não sinto?
Que me envergonho com o que realmente me toca?
Que justifico o erro que não cessa?
Sou o mesmo homem de manhã que de noite?
Sou o mesmo em frente a bela e a feia?
Sou o mesmo em frente ao riso e ao choro?
Quem sabe o que sou? Não me arrisco a dizer uma só palavra.
Não me defino, por isso vivo torto.
quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011
Zeca Baleiro, na sua mais fina estampa
Simplesmente, essa foi uma das primeiras músicas da minha juventude. Lembro até hoje do dia em que peguei esse cd emprestado de uma antiga namorada. Foi quando conheci essa obra-prima de Baleiro.
terça-feira, 15 de fevereiro de 2011
Caindo em si com Djavan
Pra mim eh uma boa opção pra começarmos a postar mais frequentemente. Com esse ar de serenidade do Djavan não dá pra não ser feliz com um minuto qualquer de tranquilidade.
segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011
quinta-feira, 27 de janeiro de 2011
Poema das lamentações
Eu lamento por cada brilho de sol perdido
Por cada sonho esquecido
Par cada amor desiludido
Por cada sentimento de rancor no sangue imbuído
Eu lamento por cada ser que se dispersa
Por cada desperdício de conversa
Por cada palavra controversa
Por cada ação não feita na hora certa
Eu lamento pelo egoísmo sub-humano
Pela cor do rio que cai no oceano
Pela dor da mãe no desengano
Pela prepotência do veterano
Lamento por você e por mim
E posso dizer que por fim
A unica coisa que ainda cabe em mim
É o sentimento de tristeza que é soberano
Por cada sonho esquecido
Par cada amor desiludido
Por cada sentimento de rancor no sangue imbuído
Eu lamento por cada ser que se dispersa
Por cada desperdício de conversa
Por cada palavra controversa
Por cada ação não feita na hora certa
Eu lamento pelo egoísmo sub-humano
Pela cor do rio que cai no oceano
Pela dor da mãe no desengano
Pela prepotência do veterano
Lamento por você e por mim
E posso dizer que por fim
A unica coisa que ainda cabe em mim
É o sentimento de tristeza que é soberano
terça-feira, 25 de janeiro de 2011
Os atos e as conseqüências
Os atos e as conseqüências.
Ah, pobre do ser que as julgam conhecidas.
As pessoas que escolhemos magoar,
Aquele que elegemos não merecedoras do sofrimento.
Não me julgo capaz de interpretar meus erros seguidos,
Nesse mundo todo torto e todo cheio de insanidades.
Também não julgo correta minha razão da escolha.
Porém espero que no fim, o resultado seja o menos intenso possível.
Ah, pobre do ser que as julgam conhecidas.
As pessoas que escolhemos magoar,
Aquele que elegemos não merecedoras do sofrimento.
Não me julgo capaz de interpretar meus erros seguidos,
Nesse mundo todo torto e todo cheio de insanidades.
Também não julgo correta minha razão da escolha.
Porém espero que no fim, o resultado seja o menos intenso possível.
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